segunda-feira, 22 de junho de 2015

ARTIGO/Acupuntura sim, sexo não


RICARDO ANTUNES


Mais uma vez um projeto de lei caminhando no calor às vezes interesseiro e corporativista de algumas instituições, mas principalmente interpretado à luz da mais pura ignorância por grupos pouco comprometidos com o conhecimento e a razão, nos deixa de cabelos em pé. Trata-se do “Ato Médico”, Projeto de Lei 7.703-C, de 2006, do Senado Federal (PLS 268/2002).

Não que eu ache desnecessário ou menos importante tal ato legislativo. Muito pelo contrário! Nada mais justo regular tão nobre e imprescindível ofício. Mas, neste caso, é a ignorância e pequenez moral que me impressionam e justificam o eriçamento capilar!

Falemos primeiro da pobre ignorância!

Desde que tomou vulto a proposição que visa regulamentar a profissão médica, uma grande parcela de brasileiros se investiu da condição de rábula militante, perturbando a todos com impropérios e achismos jurídicos que “embasam” suas teorias estapafúrdias de que a Acupuntura ficaria impedida de ser exercida por profissionais não médicos, quando da promulgação de tal lei. Dizem que o ato médico é uma ameaça aos praticantes da arte milenar chinesa, principalmente por dois pontos específicos (além de outros menos relevantes).

O primeiro, e mais crítico, seria a proibição do ato de puncionar.

É realmente muito triste ver que o simples desconhecimento de palavras, não tão esdrúxulas, pode levar ao desespero! O substitutivo aprovado recentemente no plenário da Câmara diz, in verbis:

Art. 4º – São atividades privativas do médico:   
               ...
III – indicação da execução e execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo os acessos vasculares profundos, as biópsias e as endoscopias;

§ 4º – Procedimentos invasivos, para os efeitos desta Lei, são os caracterizados por quaisquer das seguintes situações:

I – invasão da epiderme e derme com o uso de produtos químicos ou abrasivos;

II – invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo para injeção, sucção, punção, insuflação, drenagem, instilação ou enxertia, com ou sem o uso de agentes químicos ou físicos;

III – invasão dos orifícios naturais do corpo, atingindo órgãos internos.

Mais uma vez fico muito feliz que a atividade médica esteja finalmente sendo normatizada, mas, PELAMORDEDEUS (!!!), punção não tem nada a ver com Acupuntura. Nem nunca terá! A não ser que manobrem o vernáculo técnico em benefício (ou malefício) de alguns!

Punção é sim um ato médico específico e bem definido. Basta uma rápida consulta a um dicionário médico qualquer; mas tem que ser necessariamente um dicionário médico, pois os coloquialismos, regionalismos, neologismos e as aplicações literárias hoje já pacificadas em quase todos os dicionários genéricos podem atrapalhar o entendimento de uma atividade técnica específica. Isso posto, segue verbete:

Punção – Intervenção que consiste em introduzir uma agulha, um trocáter, a ponta de um bisturi, numa cavidade natural ou patológica, para retirar uma parte do seu conteúdo com a finalidade diagnóstica (punção exploradora) ou terapêutica (punção evacuadora), ou para nela introduzir uma substância (medicamento, produto de contraste em radiologia etc.).

Dicionário Médico Andrei – Sétima edição

Acho que fica, então, bem claro o fato de que Acupuntura não tem nada a ver com punção, uma vez que esta última tem por finalidade a transfixação da pele por agulha própria de punção, oca (com orifício interno), tipo cânula, com o objetivo de inserir alguma substância química (medicamentos, contraste etc.) ou retirar alguma substância biológica (sangue, pus etc.). A agulha de Acupuntura, por sua vez, é também bem específica, não tendo nenhuma semelhança com a de punção, e tem por finalidade “entrar seca e sair seca”, sem inserir ou retirar nada do corpo humano. Portanto, mais uma vez afirmo: punção e Acupuntura são atos distintos, bem definidos e sem nada em comum.

O segundo ponto crítico e também constantemente questionado e debatido é o ledo engano de que o DIAGNÓSTICO (!!!) passaria a ser uma exclusividade médica. Ora, e não foi, mais ou menos, sempre assim? A definição de uma entidade patológica catalogada em um livro chamado Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, vulgo CID, sempre foi uma exclusividade médica.

Na verdade o legislador foi até bastante consciente quanto a esse quesito. Vejamos o trecho específico no projeto de lei em questão:

Art. 4º – São atividades privativas do médico:

I – formulação do diagnóstico nosológico e respectiva prescrição terapêutica;

§ 1º – Diagnóstico nosológico é a determinação da doença que acomete o ser humano, aqui definida como interrupção, cessação ou distúrbio da função do corpo, sistema ou órgão, caracterizada por, no mínimo, dois dos seguintes critérios:

I – agente etiológico reconhecido;

II – grupo identificável de sinais ou sintomas;

III – alterações anatômicas ou psicopatológicas.

§ 2º – Não são privativos dos médicos os diagnósticos psicológico, nutricional e socioambiental e as avaliações comportamental e das capacidades mental, sensorial e perceptocognitiva e psicomotora.

§ 3º – As doenças, para os efeitos desta Lei, encontram-se referenciadas na versão atualizada da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde.

Bom... para rápida e óbvia conclusão:

– Qual é o diagnóstico exclusivo do médico?

A formulação do Diagnóstico Nosológico... (Art. 4º, inciso I)

– E, para os efeitos desta Lei, o que é Diagnóstico Nosológico?

Diagnóstico Nosológico é a determinação da doença que acomete o ser humano... (Art. 4º, § 1º)

– E, também, para os efeitos desta Lei, o que é uma doença?

As doenças, para os efeitos desta Lei, encontram-se referenciadas na versão atualizada da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde. (Art. 4º, § 3º)

É claro que o Conselho Federal de Medicina não pode registrar a propriedade intelectual da palavra DIAGNÓSTICO, comprando e fazendo valer o seu direito de uso em todos os dicionários e textos do planeta Terra. Acho até que alguns membros da categoria gostariam de ver a aplicação: Diagnóstico®. Mas isso é realmente impossível. Afinal de contas até um mecânico faz diagnósticos! O que é e sempre foi exclusividade médica é o DIAGNÓSTICO NOSOLÓGICO formal com base no CID.

Mas atenção, acupunturistas de todo Brasil, a Medicina Tradicional Chinesa é uma racionalidade médica tradicional bem distinta da Medicina Ocidental contemporânea e está alicerçada sobre outro saber e outros fundamentos. E isso já é ponto pacífico até mesmo no ortodoxo meio acadêmico.

Desde a década passada vários pesquisadores e eminentes acadêmicos dedicam-se ao reconhecimento e determinação de outros saberes médicos. A professora doutora Madel Therezinha Luz, por exemplo, vem sedimentando o conceito de “Racionalidades Médicas” para significar um sistema lógico e teoricamente estruturado, dotado de seis dimensões interligadas: uma cosmologia definida, uma doutrina médica, uma morfologia, uma fisiologia ou dinâmica vital, um sistema diagnóstico próprio e um sistema terapêutico.

Isso quer dizer, por exemplo, que informar para um paciente que ele está gripado, ou mesmo resfriado, é incorrer em exercício ilegal da medicina (Art. 282 – CP) e atentar contra o ainda não instaurado “Ato Médico”. Pois, apesar de pouco específicos, os termos gripe e resfriado fazem parte do vernáculo médico convencional e têm entidades patológicas específicas que o definem no CID. Mas um Acupunturista nunca se permitiria fazer tal diagnóstico por demais reducionais. Para a Medicina Tradicional Chinesa poderia ser uma invasão de vento frio, uma invasão de vento calor ou uma invasão de vento secura. Tudo pautado em métodos de diagnóstico completamente diferentes da Medicina Ocidental Contemporânea e sem a mínima alusão ao CID.

Então onde está o problema?

Punção é sim uma atividade médica e o diagnóstico nosológico, como definido no projeto de lei, também. E precisavam ser descritos com tal e regulamentados. Acho até que não há margem nenhuma para dupla interpretação quanto a esses dois pontos.

E é preciso frisar que nada foi aprovado, em definitivo, ainda. O “Ato Médico” ainda não é uma lei! O que aconteceu foi que apenas o texto do substitutivo desse projeto de lei, que teve origem no Senado Federal, foi aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados. Agora todo o projeto de lei deve retornar para a Casa de origem (Senado) para que seja novamente apreciado em plenário. E só depois de aprovado nessa próxima instância e após promulgação pelo Presidente da República é que o “Ato Médico” passa realmente a vigorar.

Agora... para os que vivem apavorados pela má interpretação de tudo que leem ou pela total incompetência para entender textos em seu próprio idioma, fica aqui o alerta: o sexo passará a ser uma “atividade” exclusiva do profissional médico. Isso mesmo! Vejamos:

Art. 4º – São atividades privativas do médico:

III – indicação da execução e execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo os acessos vasculares profundos, as biópsias e as endoscopias;

§ 4º – Procedimentos invasivos, para os efeitos desta Lei, são os caracterizados por quaisquer das seguintes situações:

III – invasão dos orifícios naturais do corpo, atingindo órgãos internos.

INVASÃO DE ORIFÍCIOS NATURAIS DO CORPO é, no mínimo, uma baita margem sugestiva para duplas e triplas interpretações!

Brincadeiras a parte, na verdade não duvido que, fora a parcela da sociedade composta por ignorantes pueris inócuos, uma segunda parcela, a dos rastejadores oportunistas de baixa moral, pode querer se valer de tamanho desentendimento, que pode acometer até uma pequena parcela de “causídicos” menos comprometidos, para sorrateiramente tentar apoderar-se do que não lhe pertence. Mas, aí, já “são outros quinhentos”!

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Ambulatório da Escola Nacional de Acupuntura (ENAc) atende a população de segunda-feira a sábado



BRASÍLIA, 18 DE JUNHO DE 2015 – M, doutora em geofísica na Alemanha e professora universitária, sempre foi uma mulher ativa, mas recentemente recebeu a maior surpresa da sua vida. Começara a sentir-se mal e submetera-se a uma bateria de exames. Resultado: câncer no estômago. M começou o tratamento quimioterápico e, desde então, passou a sentir-se irritada, sem conseguir dormir como antes, o que a deixou deprimida. Até lhe darem uma dica: o ambulatório da Escola Nacional de Acupuntura (Enac), na 404 Sul, Bloco A, Loja 33, agora em novo endereço: Seps 709/909, Edifício Fape, Loja 1, Asa Sul – local de fácil acesso e amplo estacionamento público.

Numa tarde de segunda-feira, M dirigiu-se à Enac, onde foi recebida pelo professor Marcello Pereira Nascimento. Logo depois das primeiras sessões de acupuntura e demais terapias da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), realizadas por uma equipe de alunos, sob a coordenação do professor Marcello, M voltou a curtir a vida. Assim como M, várias pessoas, acometidas das mais diversas doenças, algumas desenganadas pela medicina ocidental, são atendidas, todos os dias, no ambulatório da Enac, onde recuperam a alegria de viver.

PROMOÇÃO DE FÉRIAS – O ambulatório atende de segunda a sexta-feira, das 14 às 17 horas. Às segundas, quartas, sextas e sábados, das 9 às 11 horas; e às terças e quintas, das 19 horas às 20h30. A sessão custa R$ 55 e o pacote com dez sessões, à vista, R$ 500. A forma de pagamento é com dinheiro ou cheque. Mas de 22 de junho até 31 de julho, a sessão custará R$ 50 e o pacote com 10 sessões, R$ 400. Nesse período, o ambulatório funcionará nos seguintes horários:

Manhã – Das 9 horas ao meio-dia, às quartas, sextas e sábados.
Tarde – Das 14 às 18 horas, às segundas, quartas e quintas.
Noite – Das 19 às 20h30, somente às terças-feiras.

CURSO DE MEDICINA TRADICIONAL CHINESA – Estão abertas as inscrições para o Curso de Formação em Acupuntura da Enac, habilitando o aluno a clinicar e a abrir consultório próprio. A Enac é o único curso de Medicina Tradicional Chinesa no Distrito Federal credenciado pela Secretaria de Educação e reconhecido nacionalmente pelo Ministério da Educação (MEC), nos moldes da Organização Mundial de Saúde.

O curso tem duração de dois anos, com 2.080 horas/aula e 440 horas de estágio, num total de 2.520 horas/aula, em conformidade com orientação da OMS. As aulas são diárias e presenciais, com 4 horas/aula de segunda a sexta-feira, das 8 horas ao meio-dia; e das 19 horas às 22h50. Para inscrever-se, o candidato deve apresentar certificado do ensino médio, ou comprovação de matrícula no último ano do ensino médio.

 “Não é verdade que somente médico pode praticar acupuntura. Aliás, a medicina ocidental nada tem a ver, nos seus pilares, com a Medicina Tradicional Chinesa. No Brasil, a profissão de acupunturista não é regulamentada; basta ter curso técnico para praticá-la” – observa o diretor da Enac, Ricardo Antunes.

A ACUPUNTURA – De ampla cobertura e eficácia terapêutica, a Medicina Tradicional Chinesa é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e foi incluída na lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, durante a V Sessão do Comitê Intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 17 de novembro de 2010.

Os pilares da MTC começaram a ser erguidos a pelo menos 5 mil anos, na China. Os chineses descobriram que além dos sistemas cardiovascular e linfático, há uma teia de meridianos corporais, ou de acupontos, um delgado sistema tubular, nos quais circula a energia vital.  Até o século 19, supunha-se que esses meridianos eram imaginários, mas nos anos de 1960, o cientista coreano Kim Bong Han injetou isótopo de fósforo num acuponto e observou a absorção da substância pelo organismo, por meio de microrradiografia. Resultado: o isótopo percorreu o clássico traçado daquele meridiano.

Experiências semelhantes foram realizadas por outros cientistas, como os franceses Jean-Claude Darras e Pierre de Vernejoul, e os norte-americanos James Hurtak e Roberto Becker. O resultado foi o mesmo obtido por Kim Bong Han. Na ciência espírita, já se sabe que os meridianos da acupuntura situam-se no duplo etérico, um corpo mais sutil do que a matéria. Assim, a acupuntura, no seu conceito mais simples, é tão somente a harmonização da energia vital que circula no corpo.

Isso, aliado à tuiná, massagem que também ativa os acupontos; à fitoterapia; e, sobretudo, à alimentação saudável, leva à cura e ao bem-estar. Também o acupuntor vê o paciente como uma totalidade e não em partes, e não prescreve medicamentos alopáticos, os quais causam efeitos colaterais que podem levar pacientes, não raro, à morte.

MAIS INFORMAÇÕES – Pelo telefone: (55-61) 3322-4998
Pelo e-mail: enacdf@gmail.com
Ou na Enac: Seps 709/909, Edifício Fape, Loja 1, Asa Sul

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Enac abre inscrições para Curso de Acupuntura


BRASÍLIA, 11 DE JUNHO DE 2015 – As inscrições para o Curso de Medicina Tradicional Chinesa da Escola Nacional de Acupuntura (Enac), que habilita à clínica regular e abertura de consultório próprio, está com inscrições abertas. A Enac é credenciada pela Secretaria de Educação do DF e reconhecida nacionalmente pelo Ministério da Educação (MEC).

O curso tem duração de dois anos, com 2.080 horas/aula e 440 horas de estágio, num total de 2.520 horas/aula, em conformidade com orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS). As aulas são diárias e presenciais, com 4 horas/aula de segunda a sexta-feira, das 8 horas ao meio-dia; e das 19 horas às 22h50. Para inscrever-se, o candidato deve apresentar certificado do ensino médio, ou comprovação de matrícula no último ano do ensino médio.

De ampla cobertura e eficácia terapêutica, a Medicina Tradicional Chinesa é reconhecida pela OMS e foi incluída na lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, durante a V Sessão do Comitê Intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 17 de novembro de 2010.

Os pilares da MTC começaram a ser erguidos a pelo menos 5 mil anos, na China. Os chineses descobriram que além dos sistemas cardiovascular e linfático, há uma teia de meridianos corporais, ou de acupontos, um delgado sistema tubular, nos quais circula a energia vital.  Até o século 19, supunha-se que esses meridianos eram imaginários, mas nos anos de 1960, o cientista coreano Kim Bong Han injetou isótopo de fósforo num acuponto e observou a absorção da substância pelo organismo, por meio de microrradiografia. Resultado: o isótopo percorreu o clássico traçado daquele meridiano.

Experiências semelhantes foram realizadas por outros cientistas, como os franceses Jean-Claude Darras e Pierre de Vernejoul, e os norte-americanos James Hurtak e Roberto Becker. O resultado foi o mesmo obtido por Kim Bong Han. Na ciência espírita, já se sabe que os meridianos da acupuntura situam-se no duplo etérico, um corpo mais sutil do que a matéria. Assim, a acupuntura, no seu conceito mais simples, é a harmonização da energia vital que circula no corpo.

Isso, aliado à tui na, massagem que também ativa os acupontos; à fitoterapia; e, sobretudo, à alimentação saudável, leva à cura e ao bem-estar. Também o acupuntor vê o paciente como uma totalidade e não em partes.

O ambulatório da Escola Nacional de Acupuntura (Enac) funciona diariamente
AMBULATÓRIO – O ambulatório da Enac atende de segunda a sexta-feira, das 14 às 17 horas. às segundas, quartas, sextas e sábados, das 9 às 11 horas; e as terças e quintas, das 19 horas às 20h30. A sessão custa R$ 55 e o pacote com dez sessões, à vista, R$ 500, e a forma de pagamento é com dinheiro ou cheque.

O diretor da Enac, Ricardo Antunes, assina convênio com o Sindicato dos Jornalistas
JORNALISTAS – Associados, funcionários e seus dependentes legais do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) encaminhados ao ambulatório da Enac têm desconto de 25% sobre a tabela dos serviços. Assim, para os associados do SJPDF a sessão fica R$ 40 e o pacote R$ 375.

SERVIÇO

A Enac fica na 404 Sul, Bloco A, Loja 33. Mais informações serão obtidas pelo telefone: (55-61) 3322-4998; pelo e-mail: enacdf@gmail.com; ou pelo site: www.enacdf.com.br

segunda-feira, 8 de junho de 2015

O Brasil está parando. Lula Rousseff manterá a boca na teta da burra até quando?

RAY CUNHA
raycunha@gmail.com

BRASÍLIA, 8 DE JUNHO DE 2015 – Assaltado e sucateado, o continente brasileiro está parando. Desemprego, inflação, greves pipocando, guerra civil, turistas caçados e mortos à faca nas ruas, os hospitais transformados em corredores da morte, as escolas e universidades deteriorando-se, o Congresso Nacional cada vez mais corrupto, o Judiciário mais e mais corporativo e o PTMDB comandando o saque e a bacanal, tudo isso está fodendo a pátria estuprada.  

Brasília é um três por quatro desse puteiro saído da paleta de Hieronymus Bosch. Na capital deztepaiz, a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios guardam uma podridão insuportável. Brasília é uma cidade inchada, sucateada, violenta. Suas ruas estão esburacadas; as calçadas parecem que foram bombardeadas; as passagens subterrâneas viraram cagadores. Temos um estádio orçado em R$ 600 milhões e que sorveu R$ 1,2 bilhão; um belo estádio, é verdade, mas inútil. Agnulo Queiroz, o governador petista que o construiu, se homiziou na Argentina.

Chegamos ao fundo do poço, e Lula Rousseff e o PT continuam socializando tudo. Calculo que já levaram R$ 1 trilhão, lavados nas mais nefandas – e todas elas o são – ditaduras mundo afora, especialmente a do urubu velho Fidel Castro e do zumbi Hugo Chávez Maduro.

Quem está apoiando isso?!!! Os mafiosos, sim, pois rezam pela lei do silêncio. Cegos políticos também sim. Má fé? É preciso muita ignorância política, ou social, muito ódio à democracia, à família, para compactuar com a monstruosidade que estão fazendo com o Brasil. Se nada acontecer, e logo, o país que deixaremos para nossos filhos, nossos netos, será um abismo de desespero.