segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Heitor de Andrade é homenageado na Quarta Bienal do B – Poesia e Literatura na Rua, na 312 Norte

BRASÍLIA, 22 DE SETEMBRO DE 2014 – A Quarta Bienal do B – A Poesia na Rua, promovida pelo Açougue T-Bone, homenageia o poeta Heitor Humberto de Andrade, nesta sexta-feira 26, a partir das 19 horas, na rua 312 Norte, defronte ao Bloco B (Loja 27). Mais informação pelos telefones: (55-61) 3274-1665/8188-2101/3963-2069; e-mail: ascom@t-bone.com.br.
 
O poeta e jornalista Heitor de Andrade é autor de Minha Moldura é o Universo (Editora Sigla Viva, Brasília, 2012, R$ 25); Corpos de Concreto (1964), livro concretista, queimado na nascente Ditadura dos Generais (1964-1985); Sigla Viva (1971), Três X1 – A Matemática do Poema; e Nas Grades do Tempo, além de poemas em fôlderes.
 Natural de Salvador, o escritor é pioneiro na vida cultural e jornalística de Brasília, onde vive há 46 anos. Agitador cultural, apresenta-se na noite brasiliense com o Teatro do Imprevisto, em que improvisa e dialoga com a plateia. O cineasta Renato Cunha, editor de Minha Moldura é o Universo, trabalha atualmente num documentário longo sobre Heitor, com produção de Kim Andrade, que foi produtor de Glauber Rocha. Heitor e Kim são primos de Glauber.
Heitor é um dos construtores dos alicerces da vida cultural de Brasília, como poeta e jornalista, na segunda metade do século passado, especialmente durante a década de 1960, momentos heroicos da cidade. Com Minha Moldura é o Universo, Renato Cunha começou a resgatar o lugar do poeta na história de Brasília.