sábado, 26 de julho de 2014

Pacientes acometidos de todo tipo de doença cada vez mais procuram alívio na acupuntura




BRASÍLIA  M, doutora em geofísica na Alemanha e professora universitária, sempre foi uma mulher ativa, dona do seu nariz, gosta de frequentar academia e de viajar. Este ano, M recebeu a maior surpresa da sua vida. Começou a se sentir mal e submeteu-se a uma bateria de exames. Resultado: câncer no estômago. M começou a submeter-se à quimioterapia, e, desde então, sentia-se irritada, não conseguia dormir como antes, sentia depressão. Até que lhe deram a dica: o ambulatório da Escola Nacional de Acupuntura (ENAc), na 404 Sul, Bloco A, Loja 33.

Professor Marcello Pereira
Nascimento, acupuntor
e fisioterapeuta
Numa tarde de segunda-feira, neste inverno brasiliense, M dirigiu-se à ENAc, onde foi recebida pelo professor Marcello Pereira Nascimento, acupuntor e fisioterapeuta, especialista em osteopatia, e sua equipe. Logo depois das primeiras sessões de acupuntura e demais terapias da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), M voltou a ser o que sempre foi: uma mulher que curte a vida.

Assim como M, dezenas de pessoas, acometidas das mais diversas doenças, alguma desenganadas pela medicina ocidental, ou alopática, são atendidas, todos os dias, no ambulatório da ENAc, e todas recuperam a alegria de viver.

De ampla cobertura e eficácia terapêutica, a Medicina Tradicional Chinesa é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e foi incluída na lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, durante a V Sessão do Comitê Intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 17 de novembro de 2010.

Professora Aline Nolasco,
acupunturista,
fitoterapeuta e iridóloga
Os pilares da MTC começaram a ser erguidos a pelo menos 5 mil anos, na China. Os chineses descobriram que além dos sistemas cardiovascular e linfático, há uma teia de meridianos corporais, ou de acupontos, um delgado sistema tubular, nos quais circula a energia vital.  Até o século 19, supunha-se que esses meridianos eram imaginários, mas nos anos de 1960, o cientista coreano Kim Bong Han injetou isótopo de fósforo num acuponto e observou a absorção da substância pelo organismo, por meio de micro-radiografia. Resultado: o isótopo percorreu o clássico traçado daquele meridiano.

Experiências semelhantes vêm sendo realizadas por outros cientistas, como os franceses Jean-Claude Darras e Pierre de Vernejoul, e os norte-americanos James Hurtak e Roberto Becker. O resultado é o mesmo obtido por Kim Bong Han. Na ciência espírita, já se sabe que os meridianos da acupuntura situam-se no duplo etérico, um corpo mais sutil do que a matéria. Assim, a acupuntura, no seu conceito mais simples, é tão somente a harmonização da energia vital que circula no corpo.

Isso, aliado à tuiná, massagem que também ativa os acupontos, à fitoterapia e, sobretudo, à alimentação saudável, leva à cura e ao bem-estar. Também o acupuntor vê o paciente como uma totalidade e não em partes, e também não prescreve medicamentos alopáticos, os quais causam efeitos colaterais e que levam pacientes, não raro, à morte.

Quem pode praticar a acupuntura?

Não é verdade que somente médico pode praticar acupuntura. Aliás, a medicina ocidental nada tem a ver, nos seus pilares, com a MTC. No Brasil, a profissão de acupuntor não é regulamentada; basta ter curso técnico para praticá-la.

O diretor da Escola Nacional de Acupuntura (ENAc), Ricardo Antunes, acupuntor, especialista em primeiros socorros e em legislação sobre a profissão de acupuntor, explica que acupuntura nada tem a ver com punção, esta, sim, técnica exclusiva da atividade médica.

“Punção tem por finalidade a transfixação da pele por agulha própria de punção, oca (com orifício interno), tipo cânula, com o objetivo de inserir alguma substância química (medicamentos, contraste etc.) ou retirar alguma substância biologia (sangue, pus etc.)” – explica Ricardo Antunes.

A agulha de Acupuntura, por sua vez, é também bem específica, “não tendo nenhuma semelhança com a de punção, e tem por finalidade “entrar seca e sair seca”, sem inserir ou retirar nada do corpo humano; portanto, mais uma vez afirmo: punção e acupuntura são atos distintos, bem definidos e sem nada em comum” – esclarece o diretor da ENAc.

Curso de Medicina Tradicional Chinesa

Fica em Brasília um dos mais importantes centros de Medicina Tradicional Chinesa (MTC) do país, a Escola Nacional de Acupuntura (ENAc), na 404 Sul, Bloco A, Loja 33, única no Distrito Federal credenciada pela Secretaria de Educação e reconhecida nacionalmente pelo Ministério da Educação (MEC), nos moldes da Organização Mundial de Saúde.

Professor Marcus Evandro,
do Instituto Lin Chi  Saúde
e Bem-Estar
As inscrições para o Curso de Formação em Acupuntura da ENAc, que habilita à clínica regular e abertura de consultório próprio, está com inscrições abertas. O curso tem duração de dois anos, com 2.080 horas/aula e 440 horas de estágio, num total de 2.520 horas/aula, em conformidade com orientação da OMS. As aulas são diárias e presenciais, com 4 horas/aula de segunda a sexta-feira, das 8 horas ao meio-dia; e das 19 horas às 22h50. Para inscrever-se, o candidato deve apresentar certificado do ensino médio, ou comprovação de matrícula no último ano do ensino médio.

O corpo docente da ENAc é integrado por profissionais altamente qualificados, como o acupunturista chinês Gu Hang Hu (professor convidado), que trata da presidente Dilma Rousseff, ex-presidentes, ministros e parlamentares; Gu Zhou Ji (professor convidado), filho de Gu Hang Hu; Marcos Quintella; Marcus Evandro, do Instituto Lin Chi – Saúde e Bem-Estar (www.lin-chi.blogspot.com.br); Aline Nolasco, acupunturista, fitoterapeuta e iridóloga, que atende também na Alma Nature (www.almanaturae.com.br); Marcello Pereira Nascimento; e Ricardo Antunes, entre outros.

SERVIÇO
Sala de espera do ambulatório da ENAc, na Rua Comercial 404 Sul, Bloco A, Loja 33


AMBULATÓRIO – O ambulatório da ENAc oferece atendimento em acupuntura e massagens terapêuticas nos seguintes dias e horários:
De segunda a sexta-feira – das 14 às 17 horas.
Às segundas, quartas, sextas e sábados – das 9 às 11 horas.
Às terças e quintas, das 19 horas às 20h30.

A sessão custa R$ 50 e o pacote com dez sessões, à vista, R$ 450. A forma de pagamento é com dinheiro ou cheque.

ENDEREÇO – Rua Comercial 404 Sul, Bloco A, Loja 33

MAIS INFORMAÇÕES – Serão obtidas pelo telefone: (55-61) 3322-4998; ou pelo site: www.enacdf.com.br

terça-feira, 8 de julho de 2014

Medicina da alma e acupuntura




BRASÍLIA, 8 DE JULHO DE 2014 – Os nazistas quase produzem a bomba atômica antes dos americanos. Só não conseguiram seu intento devido aos cuidados que os assessores de Hitler tomavam. A bomba era desenvolvida por vários cientistas, cada qual assumindo apenas uma parte do projeto, sem uma das quais não haveria o artefato. Ao físico judeu-alemão Joseph Gleber coube uma dessas partes da bomba. Então, a cúpula nazista descobriu que Gleber estivera protelando sua participação no projeto, à espera de que a guerra acabasse antes que aquela terrível arma fosse posta à serviço de um dos psicopatas mais bem-sucedidos da História, na sua trilha de horror: Hitler. Gleber foi ameaçado de ser posto num forno, juntamente com sua esposa e os dois filhos, vivos, para serem assados. Não cedeu, e no dia 13 de abril de 1942, foi cremado.

Medicina da Alma (Editora Casa dos Espíritos, Contagem-MG, 254 páginas, R$ 75, capa dura, papel couchê), psicografado por Robson Pinheiro, pelo espírito de Joseph Gleber, representa uma extraordinária iniciação à medicina desenvolvida pela ciência espiritual, da qual Jesus Cristo é mestre. Estudiosos do assunto listaram sete universos paralelos, ou dimensões, com medidas próprias e que não estão separados pelo espaço, mas se interpenetram. “No mundo mais denso (o físico), a vibração é diminuta quando comparada à rapidíssima vibração do mundo astral, o mais próximo do físico” – ensina Robson Pinheiro. Estudiosos da Grande Fraternidade Branca classificam esses planos em: físico, astral, mental, búdico, átmico (essência divina), monádico (uma espécie de portal entre o divino e os veículos inferiores) e logóico (o Eu Superior).

Entre os corpos físico e astral há o duplo etérico, ou corpo etérico. No caso de adoecimento, o duplo é atingido, antes da matéria, por microrganismos e larvas que só se proliferam nesse plano, e que se refletem no mundo físico nas mais diversas doenças.

A propósito do corpo etérico, a história da medicina tradicional chinesa registra que a acupuntura é uma técnica com mais de 5 mil anos. Embora com essa idade, ainda assim é um sistema complexo demais para que o ser humano o tenha criado apenas observando a natureza. O pesquisador e escritor Jorge Bessa, autor da trilogia O mistério dos senhores de Vênus (Thesaurus Editora, Brasília, 2012), composta por Os deuses que vieram do céu (147 páginas); Pluralidade dos mundos habitados e a evolução do homem (155 páginas); e Deuses, venusianos e capelinhos (174 páginas), sustenta a tese de que a Humanidade recebe desde sempre reforço extra terrestre na sua caminhada taoista. Pois bem, tecnologia de ponta já detectou que os meridianos da acupuntura situam-se no corpo etérico. Eu desconfio que seres extra terrestres é que iniciaram os chineses na acupuntura.

É importante saber isso para se entender que a acupuntura praticada por médicos alopatas só faz piorar o estado do paciente. A propósito, leia artigo de Ricardo Antunes sobre o ato médico, no site da Escola Nacional de Acupuntura (ENAc). Se for o caso, procure um acupuntor. De preferência um que saiba muito sobre o Tao. Contudo, a medicina da alma é muito mais eficiente, mas só funciona à vibração da luz.