domingo, 22 de junho de 2014

Quatro circunstância que levaram Lula a desistir de candidatar-se de novo a presidente da República

RAY CUNHA
raycunha@gmail.com

BRASÍLIA, 22 DE JUNHO DE 2014 – Ao chegar ao poder, o projeto de Lula, e do Partido dos Trabalhadores (PT), que ele criou, era, e é, instalar uma ditadura castrista-bolivarianista. Não conseguiu, e não conseguirá, por uma razão: as Forças Armadase os Estados Unidos não deixarão; e porque as instituições que integram o estado brasileiro amadureceram bastante desde a Ditadura dos Generais (1961-1985). Aí, Lula instalou a ditadura das sombras, uma república da banana, que funciona a meio pau. Lula aparelhou o estado, mas não completamente; já teve problemas com o Supremo Tribunal Federal (STF) e ainda poderá ter problemas com a Receita e até mesmo com a PF, e se tiver problemas com as Forças Armadas será seu fim. Também criou um curral com populismo levado ao extremo: as bolsas. Há bolsa até para presidiário (maior do que o salário mínimo), pois seus familiares votam.

Após 8 anos comandando a era da mediocridade, que ele instalou em 1 de janeiro de 2003 (entre outras bobagens, afirmou que para ser presidente da República não é preciso estudar e permitiu que o Ministério da Educação publicasse um livro escolar sustentando que é correto dizer-se “nós vai pescar”; só não advertiu que ninguém passa em vestibular com um intelecto desses), elegeu presidente Dilma Rousseff. Ela pode até ter sido boa de pontaria assaltando banco, mas como presidente não consegue sequer formular uma frase complexa. Mas era precisamente isso que Lula queria: uma marionete, para continuar comandando o país do sofá da sua sala de visita, por meio do PTMDB, do aparelhamento de estado, da república das bolsas e da era da mediocridade, que imbeciliza ainda mais a massa.

Contudo, não seria melhor ele mesmo retornar ao trono? Seria, mas a vida é um caminho em espiral. O PT não ratificou Dilma como candidata à reeleição não porque Lula não teria se interessado em ele mesmo ser o candidato. Bem que gostaria de voltar ao Palácio do Planalto e ficar lá mais 8 anos, ou para sempre. Ditadores, inclusive os das sombras, viram zumbis, como o urubu velhaco Fidel Castro e o ladrão bolivariano Hugo Chávez.

São as circunstâncias que não permitiram Lula a candidatar-se. A primeira delas é sua saúde, que já não é mais a de pinguço em início de carreira. Ele suportaria uma campanha num país continental como o Brasil? A segunda circunstância é que Lula se transformou num telhado de vidro ambulante. O Supremo não conseguiu pegá-lo, mas a Receita Federal anda farejando alguma coisa, segundo decifra-se na internet, essa mídia sincera e permanente, que só exige um pouco de senso crítico para ser interpretada de forma correta. A terceira circunstância seria o seguinte: se ele pode governar das sombras, por que arriscar-se fisicamente e perante a Justiça expondo-se no Palácio do Planalto? Não é melhor governar na segurança das sombras, deixando a marionete no fogo? Em quarto lugar, ouço dizer que Lula estaria bilionário, ou seria o Lulinha? De qualquer modo, é a famiglia. Ora, dono do partido único, o PTMDB, e governando das sombras, por que não gozar a fortuna?

Dilma, por mais que tenha por trás de si o estadista Lula, está enfrentando uma barra pesadíssima: inflação; Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre as bandalheiras que estão acabando com a Petrobras; Congresso Nacional inquieto; o Supremo, que ainda não foi completamente aparelhado; os generais de pijama cada vez mais agitados; o capital estrangeiro se escafedendo; infraestrutura do país sucateada, e a Copa do Mundo com roubos indecentes num país socialmente esfrangalhado; e violência nas ruas. O Correio Braziliense de hoje publica que "diariamente, 280 pessoas são assassinadas ou vítimas de acidentes fatais de trânsito nos centros urbanos do país; gastos podem atingir R$ 524 bilhões (o PIB do Chile) com hospitais, danos materiais e perdas de produtividade somente neste ano, segundo cálculos do Ipea".

O PT será capaz de qualquer coisa para continuar com suas poderosas ventosas funcionando a todo vapor; qualquer coisa! Mas os tucanos já não são tão ingênuos e sabem que esta é guerra de terra arrasada. O socialista Eduardo Campos também. E o eleitor patriota sabe que qualquer coisa é melhor do que a perigosíssima organização petralha-castrista-bolivarianista.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Matrículas abertas na Escola Nacional de Acupuntura


Ambulatório atende de segunda a sábado

A Escola Nacional de Acupuntura (ENAc) oferece atendimento ambulatorial diário em acupuntura e massagens terapêuticas. Enquanto uma visita ao acupuntor custa em média, R$ 100, na ENAc custa R$ 50. O atendimento é feito nos seguintes dias e horários:

De segunda a sexta-feira – das 14 às 17 horas.
Às segundas, quartas, sextas e sábados – das 9 às 11 horas.
Às terças e quintas, das 19 horas às 20h30.

As especialidades da Medicina Tradicional Chinesa são de ampla cobertura e eficácia terapêutica. Reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS/ONU), foram incluídas na lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, em 17 de novembro de 2010, durante a V Sessão do Comitê Intergovernamental da Unesco.

A ENAc é referência nacional na formação em Acupuntura Tradicional Chinesa, contando com ambulatórios próprios e vários convênios com instituições e faculdades de referência no exterior.

SERVIÇO

Localização: 404 Sul, Bloco C, Loja 33
Telefones: (55-61) 3322-4998/3322-3037
Site: www.enacdf.com.br

domingo, 15 de junho de 2014

E QUANDO LULA COMEÇAR A SER VAIADO, E XINGADO?

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 15 DE JUNHO DE 2014 – Os xingamentos cabeludos assacados contra uma Dilma Rousseff tristemente intimidada na abertura fajuta da Copa do Mundo, dia 12, são sintomáticos. Políticos, inclusive FHC, e jornalistas, condenaram a manifestação, que Lula atribuiu à “elite branca de São Paulo”. Nada foi mais sintomático, justo e legítimo, do que a vaia e os palavrões. O país todo, com exceção dos petralhas, bajuladores e a massa ignara, está cheio da corrupção, da roubalheira, da bandidagem, da safadeza, da sordidez, da mediocridade que Dilma representa, das quais a presidenta (haverá estudanta?), como o neurônio solitário gosta de ser tratada. A propósito, quando Lula abre a boca, sai de perto.

A vaia à Dilma nada mais é do que a manifestação de repúdio à metástase a que o PT, aliado ao PMDB, daí o PTMDB, submeteu o estado brasileiro, transformando-o numa republiqueta da banana, a Banânia. Uma fonte comentou com este jornalista que já foram desviados da burra a paraísos fiscais cerca de R$ 700 bilhões. A famiglia Lula tem cidadania italiana. Para quê?

O fato é que as vaias que perseguem Dilma aonde quer que vá começaram a angustiar os petralhas, numa outra ordem de circunstâncias. Lula esteve dia 13 em Teresina, Piauí, para um ato político em apoio ao candidato ao governo do estado, Wellington Dias (PT), e ao candidato ao Senado, Elmano Ferrer (PTB), e ficou constrangido. Acostumado a multidões (a maioria famintos, que pensam que ainda estamos no Império e que Lula é Dom Pedro III), Lula encontrou o Teresina Hall constrangedoramente semi-vazio.

Pois bem, quando as vaias que perseguem Dilma começarem a se dirigir a Lula, o sintoma será como um daqueles empachamentos em que nem acupuntura dá jeito, e que, por tabela, indica intestinos com fezes retidas há anos. Nosso corpo revela o que vai na alma. O pior sintoma, contudo, é o da metástase. Se isto acontecer, Lula vaiado aonde quer que vá, será, naturalmente, o fim do PT. Na lei, implacável, da causalidade, o mal por si se destrói, e quem o pratica, pessoa ou membros de uma organização, apodrece, esfarela-se, esfarinha-se, vira cinza, quantum, no éter.

domingo, 8 de junho de 2014

ATÉ QUANDO DÁ PARA AGUENTAR OS PETRALHAS? O PTMDB AFUNDARÁ O PAÍS SEM REAÇÃO? OS ESTADOS UNIDOS VÃO DEIXAR?


RAY CUNHA


BRASÍLIA, 8 DE JUNHO DE 2014 – Desde 1 de janeiro de 2003, quando Lula fundou a república da Banânia e instalou a era da mediocridade, o PTMDB vem minando o estado brasileiro, criando circunstâncias para o surgimento de uma ditadura totalitária. Criou um curral eleitoral, com as diversas bolsas que distribui; aparelhou o estado; deixou as Forças Armadas a pão e água (mais um tiro que Lula dá no pé); tentou amordaçar a imprensa sem rabo preso; e despejou bilhões de reais nos bolsos dos seus sócios, especialmente Fidel Castro e Hugo Chávez Maduro. Comenta-se, à boca miúda, em Brasília, que foram transferidos para paraísos fiscais, nos últimos dez anos, cerca de R$ 700 bilhões, e que parte desse dinheiro saiu da Petrobras. Deve ser fofoca. Bom, agora o PT volta com a história dos conselhos populares, um estado paralelo para driblar a democracia. Dilma Rousseff acaba de decretar uma tal de Política Nacional de Participação Social, que nem bem saiu do forno e já fede.

Em 22 artigos, o decreto institui conselhos, comissões, conferências, ouvidorias, mesas de debate e fóruns, além de audiências e consultas públicas, para a elaboração de políticas públicas e de fiscalização para “consolidar a participação social como método de governo”, e incumbe a Secretaria-Geral da Presidência da República de dar “suporte técnico e administrativo” ao sistema. Stalin fez isso na nascente União Soviética, assassinando, depois, dezenas de milhões de pessoas que se insurgiram contra o sistema, e escravizando o resto. Os dirigentes do partido único vivia nababescamente, como na Cuba do playboy Fidel Castro. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que vem aterrorizando o país, por exemplo, terá assento nesses conselhos.

Segundo o Estadão de hoje, o jurista Carlos Ari Sundfeld, professor de Direito Administrativo na Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, comentou que o texto “adota o método do sindicalismo da era Vargas, para gerar uma sociedade civil chapa branca, que fale por meio de instâncias sob controle oficial”. O jurista e ex-ministro Miguel Reale Jr. observou que o decreto “é genérico, nada especifica sobre os movimentos sociais, cria organismos que vão interferir no processo decisório da administração, cria um estado paralelo; enfim, exorbita absolutamente do âmbito da lei”. O ministro do Supremo, Gilmar Mendes, qualifica o decreto de “autoritário”, e o ex-ministro do STF, Carlos Velloso, vê “uma coisa bolivariana, com aparência de legalidade”. O também ex-ministro Eros Grau adverte que o país “tem uma Constituição que permite que o povo se manifeste; esse negócio de conselho popular e consultas talvez seja expediente para legitimar o que não é legítimo”.

Ainda o Estadão: “Defensores do decreto argumentam que o Executivo consultar a sociedade para definir suas políticas é um procedimento natural, o que já ocorre em áreas como a da saúde e da assistência à criança”. Está explicado por que os hospitais públicos são labirintos do horror e há tanta criança jogada na escravidão sexual que perpassa o país e que faz o delírio de milionários e políticos libidinosos, principalmente nas cidades litorâneas.

O PT já foi longe demais. A economia do país não cresce, a Petrobras descarrilou, a infraestrutura está sucateada, chegou-se ao ponto de se matar pessoas na rua, de dia e a paulada, o SUS que atende o Lula não existe e a educação está igual a frase “nós vai pescar”. Está na hora de se mudar isso. E se o PTMDB ganhar de novo? Acho que não irá longe. Haverá convulsões no país. Se as Forças Armadas não entrarem no jogo perigoso, os Estados Unidos entrarão. Vejamos por quê.

Os Estados Unidos são o grande império atual e o Brasil, sétima economia mundial, embora um abismo social, mantém, mesmo contra a vontade de Lula e sua marionete, forte comércio com os americanos, além de situar-se no seu quintal. O governo americano, por meio de um dos diversos níveis de espionagem que mantém no mundo, mata quem quiser, como aconteceu com Saddam Hussein, que pegaram porque queriam o petróleo do Iraque e Hussein era um ditador belicoso. Assim, simplesmente invadiram o Iraque, juntamente com seu clube de aliados, e o resto todos sabem; há livros sobre isso. Ainda não mataram Fidel porque não interessa. É provável que os próprios cubanos linchem a família Castro, um dia.

Atualmente, os Estados Unidos nem utilizam mais soldados ou espiões para ações de guerrilha ou assassinato; usam drones, engenhocas não tripuladas que podem matar magotes de militares, ou civis. Não há quem enfrente os americanos; nem a Rússia, nem a China. A troco de quê? Ninguém quer baixas em escala, nem os Estados Unidos.

No caso do Brasil, não são somente os Estados Unidos que apenas toleram os petralhas; o capital internacional não quer nem ouvir falar no enxame, pois na Banânia o dinheiro já não rende mais, já que a indústria está estagnada e o erário some em escala geométrica. De qualquer forma, pesquisas mostram que os diversos colégios eleitorais mudaram muito no contexto atual. Assim, o capo di tutti e a guerrilheira Dilma terão que mostrar que são invencíveis, mesmo, e que têm energia para se equilibrar no fio da navalha por mais quatro anos.

Com Agência Estado

sábado, 7 de junho de 2014

POR QUE JOAQUIM BARBOSA SE APOSENTARÁ TÃO CEDO? SEGUNDO O QUE SE OUVE NAS ESQUINAS VIRTUAIS DE BRASÍLIA...

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 7 DE JUNHO DE 2014 – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, relator do processo do Mensalão, no qual políticos influentes foram encarcerados na Papuda, a penitenciária de Brasília, anunciou no dia 29 de maio que se aposentaria até o fim desde mês. Por quê?

As respostas são muitas. Odiado pelos petistas e setores do Poder Judiciário, o primeiro negro a assumir a presidência de um dos poderes da República estaria recebendo ameaças terríveis. Além de encarcerar gangsters travestidos de políticos, ele acabou com mordomias e maracutaias em setores do Judiciário. A tendência, também, se Barbosa continuasse no STF, seria de o próximo presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, humilhá-lo, já que Lewandowski nunca escondeu sua simpatia pelos petralhas.

Todos sabem que Joaquim Barbosa sofre de dores insuportáveis na coluna (não sei por que não procura um bom acupunturista; se quiser, posso indicar-lhe um). Pois bem, ele próprio afirmou que sua saída deve-se às dores, ao cansaço e à mesmice do dia-a-dia de um ministro do Supremo.

Comenta-se, porém, nas esquinas virtuais de Brasília, que Joaquim Barbosa quer ficar livre para fazer política, não partidária, mas a verdadeira. O anúncio de que seria ministro da Justiça de Aécio Neves potencializaria a campanha do tucano.

Vamos supor que Aécio consiga desalojar o PT do Palácio do Planalto e Barbosa se torne ministro da Justiça; promoveria uma megaoperação, envolvendo o Ministério Público e a Polícia Federal, com ajuda da inteligência das Forças Armadas, para descobrir cerca de R$ 1 trilhão transferido para paraísos fiscais. É o que se ouve nas esquinas virtuais de Brasília.