quarta-feira, 12 de julho de 2017

Maior pilantra da história deztepaiz, Lula Rousseff recebe de Moro sua primeira sentença rumo a jaula

Após 8 anos de mandato, Lula Rousseff elegeu
sua marionete amestrada (sic), Dilma da Silva,
que ainda durou 5 anos antes de dar um tiro no
próprio pé e outro no coração da besta

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 12 DE JULHO DE 2017 – O juiz Sérgio Moro sentenciou hoje o ex-presidente Lula Rousseff a 9 anos e meio de jaula, por corrupção e lavagem de dinheiro. A sentença é histórica, e a primeira de uma longa lista contra o maior pilantra de que se tem notícia neztepaiz.

Lula Rousseff assumiu a presidência da República em 1 de janeiro de 2003, com uma ideia fixa: instalar uma ditadura comunista no Brasil. Mas foi abortado 8 anos depois e substituído pela sua marionete amestrada (sic), Dilma Rousseff, tão estúpida que após 5 anos de desmandos e erros crassos ela implodiu o próprio PT, a organização criminosa criada por Lula para lhe dar apoio na sua diabólica escalada.

Durante esses 13 anos, calcula-se em cerca de 13 trilhões de reais o prejuízo causado pela corrupção lulopetista, com a infraestrutura do país em frangalhos, desemprego estratosférico, falência do sistema educacional e do setor de saúde pública, e violência paroxística; até feto é fuzilado.

Moro não pediu a prisão preventiva da jararaca petista, que poderá recorrer em liberdade. O juiz sabe o quanto a hiena comunista é perigosa, mas, sabiamente, tem ciência do ditado que diz: quem quer pegar galinha não diz xô! E ainda não é o momento de jogar o jacaré nas masmorras, onde já se encontra a cúpula do PT.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Iasmim Cunha ministra curso de Consultoria de Imagem e Estilo Feminino agora em março e abril

BRASÍLIA, 17 DE MARÇO DE 2017 – O Curso de Consultoria de Imagem e Estilo Feminino ministrado pela consultora de imagem Iasmim Cunha no formato intensivo será realizado de 27 de março a 17 de abril, das 14 às 17 horas, na 707/907 Sul, Edifício San Marino (ao lado da Aliança Francesa), Sala 208, Asa Sul.

A profissão de consultor de imagem e personal stylist está em grande ascensão no mercado brasileiro, sendo considerada uma das 10 profissões que mais crescerão nos próximos anos. Ainda sem graduação superior no país, o curso abre as portas para aqueles que desejam adentrar nesta área oferecendo dicas e orientações de profissionais com experiência prática no mercado brasiliense.

Voltado para estudantes e profissionais de áreas criativas, como Moda, Publicidade e Propaganda, Marketing, Jornalismo, Desenho Industrial, Artes Plásticas, Fotografia, Maquiagem e para aqueles com desejo de mudança de área profissional, porém com forte senso estético, o curso também contempla os que também buscam autoconhecimento. Além da teoria, os alunos contarão com exercícios práticos, visando entender o funcionamento do serviço de consultoria de imagem.

O curso é ministrado pela consultora de imagem Iasmim Cunha, brasiliense, empreendedora, jovem e plenamente feliz com sua profissão. Formada em Design de Moda pelo IESB – Instituto de Educação Superior de Brasília e em Consultoria de Imagem Feminino e Masculino pelo SENAC-SP e Fashion Campus, resolveu agora, além de auxiliar homens e mulheres em seu processo de autovalorização da imagem, ensinar outras pessoas a tornarem mais gente feliz.

A psicóloga e restauradora da alma Josiane Moreira auxilia os alunos em seu processo de valorização do autoconceito e autoimagem. Apaixonada pela sua área de atuação, é formada pelo IESB, com especialização em Terapia Cognitiva-Comportamental pelo HUB – Hospital Universitário de Brasília. Atualmente atende nas três unidades do Hospital Sírio-Libanês de Brasília e em consultório particular.

CONTEÚDO DO CURSO

 Módulo 1 – Introdução à Moda e Imagem
1. História da Moda
2. A Profissão
3. Imagem e Comunicação

Módulo 2 – O Eu Interno
4. Etiqueta
5. Questionário e o Cliente
6. Psicologia da Imagem

Módulo 3 – O Eu Externo
7. Dress Code Profissional
8. Dress Code Social
9. Estilos (Supermercado de Estilos)
10. Cores (Análise Sazonal Expandida)
11. Formas (Tipologia Corporal e Facial)
Módulo 4 – Complementos
12. Closet Cleaning
13. Montagem de Looks
14. Personal Shopper
Módulo 5 – Concluindo para Começar
15. Dicas para abrir sua consultoria
16. Apresentação do Dossiê Final

Incluso Kit Curso

– Apostila e fichas de aplicação
– Disco Cromático
– Cartela de Cores Pessoais
– Pasta

Módulo Extra
1.Design (aula teórica e prática sobre tecidos)
Para alunos e ex-alunos do Curso de Consultoria de Imagem

CONTATO

Fale com a Consultora
(61) 99172-3757
Fale com a Assistente
(61) 99170-0280
Horário de atendimento:
Segunda à sexta, das 9 às 20 horas. Sábado, de 9 às 12 horas.
Caso não atenda, deixe recado na caixa postal.

Orçamentos somente por e-mail:

Endereço do Estúdio:
SEPS 707/907, Bloco C, Ed. San Marino, Sala 208
Asa Sul - Brasília/DF

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Vigilância cibernética no Brasil: O caso Snowden sob o prisma de um insider



GILLS VILAR LOPES
Doutor em Ciência Política


O livro O ESCÂNDALO DA ESPIONAGEM NO BRASIL (Editora Thesaurus, Brasília, 2014, 146 páginas), escrito pelo ex-oficial de inteligência brasileiro Jorge Bessa, versa sobre os impactos do caso Snowden para as políticas interna e externa do Brasil, bem como investiga psicologicamente o próprio delator estadunidense. Trata-se de uma análise feita por um insider dos serviços de inteligência. Além de explicar o caso em si, o autor defende, qualitativa e empiricamente, a hipótese principal de que a espionagem internacional não é um advento originário da Era da Informação. Mais que isso, Bessa busca demonstrar que todo o alarde provocado pelas denúncias de vigilância em massa dos “Cinco Olhos” deveria ser menos midiatizado e mais ponderado por quem, de fato, trabalha com o assunto, a saber: os contraespiões. Por fim, sinaliza para uma reformulação política e legislativa do próprio serviço secreto brasileiro, no intuito de melhor prepará-lo para os desafios e as ameaças cibernéticas deste novo século.

Em meados de 2013, o ex-contratado da National Security Agency (NSA) e da Central Intelligence Agency (CIA), Edward Snowden, torna público o maior esquema de espionagem, ou inteligência de Estado, e de vigilância social, jamais visto. O plano era tão complexo que vários programas ultrassecretos o compunham, a exemplo do PRISM – uma alusão ao prisma, um sólido transparente utilizado em redes de computadores para separar os feixes de luz em conteúdos diferentes, tais como vídeo, voz e imagem. Tal programa estadunidense filtrava metadados de serviços fornecidos por gigantes da internet, tais como Apple, Facebook, Google e Microsoft.

Por si só, a revelação do PRISM traz outputs interessantes, como os pronunciamentos indignados de chefes de Estado, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em 2013, e a criação de grupos de trabalhos governamentais e intergovernamentais sobre os alcances da espionagem cibernética. No plano interno dos Estados Unidos da América (EUA), pode-se dizer que a principal reivindicação dos ativistas sobre o caso girou em torno do cheque em branco do governo norte-americano para realizar ações preventivas no âmbito da chamada Guerra ao Terror, o que inclui, necessariamente, a vigilância interna e externa de cidadãos suspeitos. E o Brasil? Como o país reagiu às delações de Snowden? Indo mais além, o que esse caso pode acrescentar à atuação dos serviços de inteligência brasileiros? É o que os seis capítulos da obra ora em análise buscam responder.

Antes mesmo de os vazamentos de Snowden completarem um ano, o livro de Jorge Bessa é publicado no Brasil, cujo lançamento ocorre na sede da Associação dos Servidores da Agência Brasileira de Inteligência (ASBIN), em Brasília. Ex-oficial de inteligência – ou analista de informações, como eram conhecidos os agentes secretos, há poucos anos –, Bessa não apenas presenciou o desenrolar da Guerra Fria, como também fez da Cortina de Ferro palco para sua atuação na área da contrainteligência brasileira. Só por esses fatos, o livro em apreço já se diferencia das poucas obras em língua portuguesa sobre espionagem, as quais, geralmente, são produzidas com um viés puramente acadêmico – como esta resenha – ou se pautam na abordagem sensacionalista. Portanto, trata-se de uma análise feita por alguém que já exerceu o antigo ofício de Snowden. Em outras palavras, o livro O ESCÂNDALO DA ESPIONAGEM NO BRASIL é escrito por um insider, ou seja, por pessoa que já pertenceu aos serviços de inteligência de Estado.

Ao introduzir o tema da espionagem, em seu capítulo “Ano 1.250 a.C.”, Bessa apresenta alguns trechos do Velho Testamento sobre a narrativa dos doze  espiões de Israel, com o objetivo duplo de corroborar a tese de que a espionagem é uma das atividades mais antigas do mundo e demonstrar a imprescindibilidade da coleta de informações, por meio de Inteligência, para o assessoramento dos tomadores de decisões estratégicas. Nessa parte, o autor, por meio de releitura da Bíblia, evoca, de certa forma, a definição legal de inteligência, qual seja: “...atividade que objetiva a obtenção, análise e disseminação de conhecimentos dentro e fora do território nacional sobre fatos e situações de imediata ou potencial influência sobre o processo decisório e a ação governamental...”.

Nesse prisma, o esquema de espionagem que Snowden denuncia pode ser compreendido, à luz da legislação brasileira do interesse da atividade de inteligência, da seguinte forma: obtenção, análise e disseminação de conhecimentos para servir de subsídio ao processo decisório do Executivo nacional estadunidense. Logo, o que Bessa apresenta no primeiro capítulo é a ideia de que a espionagem provê informações valiosíssimas para os que tomam decisões estratégicas, não importando em que época vivam.

No segundo capítulo, nominado “3.250 anos depois”, Bessa faz um salto temporal expressivo e busca, a priori, preparar o terreno para, a posteriori, analisar os impactos da espionagem internacional no Brasil. Assim, ele disserta sobre três acontecimentos internacionais recentes e parece se coadunar com a visão estratégica de Feitoza, no sentido de que a atividade de inteligência de Estado deve se voltar, principalmente, ao assessoramento do processo decisório nacional.

Os dois primeiros acontecimentos são relativos às consequências políticas das falhas de inteligência que impulsionaram os ataques à base naval de Pearl Harbor e às Torres Gêmeas, ambas no território estadunidense. O último, por sua vez, envolve a nacionalização dos hidrocarbonetos bolivianos, em que, na visão de Bessa, houve falhas na tomada de decisão governamental, e não na atuação da comunidade de inteligência brasileira, uma vez que as informações precisas sobre o caso já haviam sido produzidas. Infere-se, deste curto capítulo, que as atividades de Inteligência compreendem método para subsidiar o principal tomador de decisão do Estado nacional, razão por que é um instrumento, e não um fim em si mesmo.

O Capítulo 3 é o mais extenso do livro e se intitula “Setembro negro no Brasil”. Nele, Bessa referencia o mês de 2013 em que as revelações de Snowden, intermediadas por jornalistas, tornaram-se públicas. Aqui, outro ponto importante que frisa é a necessidade de conhecer o conteúdo da denúncia de que houve vigilância cibernética, mas, também, desvendar o passado e os motivos de quem a delata – no caso, o próprio Snowden e o jornalista estadunidense Glenn Greenwald.

Quanto ao primeiro, Bessa o apelida de “o espião que entrou em (uma) fria” e traça seu perfil, desde a adolescência até a trama final que o levou à fama mundial. Para o autor, Snowden não tem nada de inocente, na medida em que o que ele fez foi praticar, de forma premeditada, vários crimes, dentre os quais os de revelação de segredo profissional e divulgação de documentos sigilosos. Já quanto a Greenwald, Bessa também busca em seu passado recente explicações sobre o porquê de o advogado e jornalista estadunidense se voltar contra seu próprio governo.

Uma das teses para essa ira é o fato de que, há alguns anos, o companheiro de Greenwald – o brasileiro David Miranda – não conseguiu o visto de permanência nos EUA, já que as leis de lá não reconhecem o casamento homossexual. Acrescenta o autor que, quando Snowden aparece abruptamente na vida de Greenwald, o jornalista ganha uma excelente oportunidade para retaliar a administração de país-natal. Ademais, Bessa pondera as revelações da dupla Snowden/Greenwald, afirmando que, com elas, foram apresentadas apenas macroinformações desprovidas de provas cabais. Um exemplo disso está na subseção do citado capítulo “O que os slides mostram”, em que o ex-oficial de inteligência brasileiro esmiúça 17 dos 41 slides disponibilizados pelos denunciantes.

Por um lado, o autor não nega a existência da espionagem estadunidense em si. Por outro, demonstra que o material apresentado, per se, não pode ser tomado como elemento de prova de que houve tal espionagem – mesma conclusão a que chega a CPI da Espionagem (Brasil, 2014) –, posicionamento contrário àquele veiculado na mídia televisiva à época.

Em “Os cabos submarinos e a espionagem”, quarto ato de Bessa, discute-se sobre o que realmente interessaria aos EUA para que perdessem tanto tempo espionando a Presidente e os cidadãos brasileiros sem nenhuma relação com o terrorismo. Para o autor, o ápice de todo o caso Snowden está nas possibilidades de se discutir amplamente as “muito criticadas e pouco debatidas” (Felix, 2013) atividades de Inteligência no país e prospectar cenários e ações em que, de fato, o Brasil pode ser alvo de espionagem estrangeira. Assim, uma das principais preocupações do governo brasileiro deveria estar fundada em responder às denúncias feitas por Greenwald de que a espionagem estadunidense estaria interceptando dados dos cabos submarinos que cortam o litoral brasileiro.

Com base em outro slide disponibilizado por Snowden/Greenwald e em documentos antigos vazados no WikiLeaks, Bessa conclui que, se a costa brasileira – especificamente, a cidade de Fortaleza – é um importante hub de fibras ópticas que distribui dados para todo o mundo (Lopes, 2013), então, nada mais natural do que ela ser alvo de esquemas de espionagem. Portanto, o autor sugere que a questão da espionagem nos cabos submarinos que cruzam o País se torne um tema de destaque na agenda estratégica nacional.

No quinto capítulo, Bessa objetiva apontar a longevidade da espionagem eletrônica. Para isso, traça elos entre o caso Snowden e outros episódios de espionagem famosos, mundo afora. Dentre estes, está a espionagem econômica, praticada por potências ocidentais e, mais recentemente, pela China, para garantir vantagens competitivas a suas empresas nacionais. Por seu turno, o Echelon – esquema de monitoramento eletrônico global que, desde a década de 1980, é tido como lenda urbana – acaba levantando suspeitas de que os EUA estariam encabeçando uma grande monitoração mundial, a ponto de se tornar, até mesmo, alvo de uma comissão especial do Parlamento Europeu (2001).

Bessa ainda lembra do famoso caso do Dossiê Farewell, no qual o serviço secreto francês entregou aos norte-americanos vários documentos contendo provas materiais – obtidas pelo agente duplo soviético Vladimir “Farewell” Vetrov – de que a extinta União Soviética estava roubando tecnologia militar ocidental, há muito tempo. Com isso, o autor propõe uma espécie de formação de cultura de inteligência a ser discutida e implementada tanto pelos poderes Executivo e Legislativo nacionais quanto pelas empresas brasileiras, sobretudo as que buscam se inserir competitivamente no mercado internacional.

O sexto e derradeiro capítulo, denominado “O governo e a atividade de Inteligência”, compreende um conjunto de sugestões sobre o que o governo brasileiro deve fazer quanto à ameaça da espionagem estrangeira, especialmente a cibernética. Nele, Bessa traça um brevíssimo panorama sobre como o serviço de inteligência federal tem sido relegado no país. Exemplo disso é o fato de a Política Nacional de Inteligência (PNI) ainda não ter sido aprovada – continua pendente de sanção presidencial. Outro fato que retrata essa relegação é a crítica da imprensa brasileira, a qual continua a usar o desgastado epíteto “araponga”, ao versar sobre os servidores públicos que atuam na área de inteligência do Estado brasileiro.

Apesar de a obra merecer uma revisão em termos formais, seu ponto mais forte é a análise sobre os outputs trazidos pelo caso Snowden no Brasil, feitas por alguém que sabe do que está falando. Percebe-se que a expertise do autor ajuda – e muito – a compreender o estado de coisas do desenvolvimento da atividade de Inteligência no país, imprescindível para a salvaguarda do Estado e da sociedade brasileira, conforme preceitua a própria Carta Magna tupiniquim. Logo, há que se defender maiores investimentos – orçamentários, tecnológicos, políticos e humanos – nas atividades-meio e fim da inteligência brasileira, para que ela possa subsidiar, eficazmente, o chefe de Estado com informações estratégicas precisas e livres de ruídos externos.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Sérgio Cabral e Garotinho são presos. Na bolsa de apostas de Brasília, Lula é a bola da vez

Cabral: Lula é o próximo; só que ele vai ficar preso em curitiba, ou será na Papuda?

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 18 DE NOVEMBRO DE 2016 – O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, foi preso no começo da manhã de ontem na Operação Calicute, trigésima sétima fase da Lava Jato, realizada em conjunto entre a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Receita Federal. O ex-governador é acusado de chefiar uma quadrilha que movimentou mais de R$ 220 milhões em propinas envolvendo obras pagas com dinheiro da União. Ele estava no seu apartamento no Leblon, zona sul da cidade, quando foi preso.

Cabral é o segundo ex-governador do Rio preso em dois dias; quarta-feira, foi a vez de Anthony Garotinho, acusado de compra de votos. Agora, a bolsa de apostas de Brasília se volta, novamente, para o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, acusado de comandar esquemas de desvio de verba na Petrobras e negociatas com a Construtora Odrebrecht em ditaduras mundo afora.

A Operação Calicute – referência à tormenta enfrentada pelo navegador português Pedro Álvares Cabral em Calicute, Índia – foi deflagrada com base na delação premiada do dono da Delta Engenharia, o empreiteiro Fernando Cavendish, além de relatos de diretores da Carioca Engenharia e da Andrade Gutierrez. A Polícia Federal disse em nota que “a apuração em curso identificou fortes indícios de cartelização de grandes obras (Maracanã e Arco Rodoviário Metropolitano) executadas com recursos federais mediante o pagamento de propinas a agentes estatais, incluindo um ex-governador do estado do Rio de Janeiro”.

Além de Cabral, foram presos seu braço-direito e ex-chefe da Casa Civil no governo de Cabral, Wilson Carlos; o ex-assessor de Cabral, Wagner Jordão Garcia; e seu ex-secretário de Obras, Hudson Braga. A mulher do ex-governador, a advogada Adriana Ancelmo, sofreu condução coercitiva. Todos são suspeitos de lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Cabral foi objeto de dois mandados de prisão, em ações que correm na Justiça Federal do Rio de Janeiro e do Paraná. Os mandados são do juiz Marcelo Bretas, da Sétima Vara Federal do Rio de Janeiro, e do juiz Sérgio Moro, da Décima Terceira Vara Federal de Curitiba.

Os 230 policiais federais que trabalharam na operação cumprem 38 mandados de busca e apreensão, 8 mandados de prisão preventiva, 2 mandados de prisão temporária e 14 mandados de condução coercitiva, expedidos pela Sétima Vara Federal do Rio de Janeiro, além de 14 mandados de busca e apreensão, 2 mandados de prisão preventiva e 1 mandado de prisão temporária expedidos pela Décima Terceira Vara Federal de Curitiba. Participam também das diligências 19 procuradores do MPF e cinco auditores fiscais da Receita.

LULA – Na bolsa de apostas da Lava Jato o acontecimento mais aguardado por todos os brasileiros é a prisão, inevitável, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pôs o PT no poder em 2003 e governou por 8 anos, sucedido pela ex-presidente Dilma Rousseff, defenestrada em 31 de agosto passado, e que ficou seis anos no Palácio do Planalto. Marcelo Odebrecht, ex-mandachuva da maior construtora do país, a Odebrecht, e mais 50, fecharam acordo de delação premiada na Lava Jato, a operação que apura a maior roubalheira encetada contra o erário brasileiro em todos os tempos. Já se sabe que Lula conseguia grandes obras em ditaduras mundo afora para a Odebrecht com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e recebia uma grana preta por isso. Há indícios também de que Lula comandou a rapinagem que quase destruiu a Petrobras.

O fato é que Lula se tornou o político mais amado e odiado do país. Amado por petistas, bolivarianistas e comunistas em geral, Lula é odiado pelos patriotas, aqueles que lutam para que o Brasil não se torne uma Venezuela. Os venezuelanos estão comento o lixo da cúpula da ditadura de Nicolas Maduro, e um exército de venezuelanos está pedindo esmola e se prostituindo em Boa Vista, capital do estado de Roraima.

Estima-se que de 1 de janeiro de 2003 a 31 de agosto deste ano, o PT, sempre sob o comando de Lula, tenha promovido um prejuízo ao erário que chega à casa dos R$ 3 trilhões, além de deixar a infraestrutura básica do país, a Educação, a Saúde e a Segurança, incluindo as Forças Armadas, entregues às traças. A recuperação disso só será possível com trabalho contínuo durante pelo menos duas décadas, e investimentos de 3 trilhões, mas de dólares.


COM AGÊNCIAS

Ponte sobre o rio Oiapoque, ligando o Brasil à França, torna-se emblema do subdesenvolvimento do Amapá



RAY CUNHA
raycunha@gmail.com


BRASÍLIA, 18 DE NOVEMBRO DE 2016 - A ponte binacional sobre o rio Oiapoque, que liga a cidade de Oiapoque, ligando o Amapá a Saint-Georges, na Guiana Francesa, está pronta desde junho de 2011, mas sua inauguração depende da conclusão da única rodovia federal no Amapá, a BR-156, que vem sendo construída desde a década de 1950. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) a obra custou R$ 70 milhões, mais R$ 15,5 milhões na construção da aduana, despesas divididas entre os governos brasileiro e francês. A ponte estaiada de 378 metros, que une o Amapá à Guiana Francesa, ou seja, o Brasil à França, ou o Mercosul à União Europeia, não é utilizada porque falta pavimentar mais de 100 quilômetros da BR-156, os quais, na estiagem, se tornam um tormento de poeira, e, no período de chuva, um atoleiro infernal.

Em junho de 2011, a França concluiu toda a estrutura viária e aduaneira do lado de lá, incluindo a rodovia de 200 quilômetros entre Saint Georges de l’Oyapock a Caiene, capital da Guiana Francesa, e esta à América Central, com aquele asfalto caprichado visto nos Estados Unidos e Europa, e não o asfalto infame do Brasil. Mas a BR-156, que liga Oiapoque a Macapá, a capital do estado do Amapá, vem sendo construída há mais de 60 anos.

O Amapá tem potencial econômico fabuloso, como todos os estados da Amazônia, mas a roubalheira desenfreada, o tráfico de drogas e de mulheres e crianças,e  a mentalidade de colonizado do amazônida, tornam a região refém de mazelas insanáveis. Contudo, as costas do Amapá, o mais setentrional da Amazônia Azul e portal brasileiro para a América Central e o Caribe, recebem 20% da água doce superficial do planeta e 3 milhões de toneladas de húmus do rio Amazonas, por dia, o que as tornam as mais ricas do mundo em vidas do mar, embora sejam as mais mal guardadas pela Marinha de Guerra e, também por isso, as mais disputadas pela pirataria global.

Macapá, seccionada pela Linha Imaginária do Equador na margem esquerda do Amazonas, a cerca de 200 quilômetros da boca do Mar Doce, dista 8 horas de navio, ou 16 horas de barco, ou 50 minutos de avião, da porta da França, e conta também com porto mais estratégico da Amazônia, o de Santana, com capacidade de receber navios de qualquer calado; trata-se do porto na boca da Amazônia, ligando todo o interior da região aos mercados americano, europeu e asiático (via Canal do Panamá).

A BR-156 constitui-se, assim, no símbolo de uma Amazônia mais colônia do que nunca, já que, além das potências hegemônicas, é explorada também por Brasília, que busca no Trópico Úmido principalmente energia hidrelétrica, minerais, madeira e terras para plantação de soja. E São Paulo consome 90% da madeira grilada da Amazônia. Isso é público. Quanto às potências hegemônicas, fazem atualmente como o Japão: usam a própria energia hidrelétrica da região e mão de obra barata para moverem seus parques industriais.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

O Brasil inteiro aguarda a notícia, que pode vir a qualquer momento: Lula foi preso!

Lula na sua caixinha de pose (Foto copiada de publicação do PSDB)
  

RAY CUNHA


BRASÍLIA, 26 DE OUTUBRO DE 2016 – Na bolsa de apostas da Lava Jato o acontecimento mais aguardado por todos os brasileiros é a prisão, praticamente inevitável,  do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pôs o PT no poder em 2003 e governou por 8 anos, sucedido pela ex-presidente Dilma Rousseff, defenestrada em 31 de agosto passado, e que ficou seis anos no Palácio do Planalto.

Segundo a manchete de ontem de O Globo, Marcelo Odebrecht, ex-mandachuva da maior construtora do país, a Odebrecht, e mais 50, fecharam acordo de delação premiada na Lava Jato, a operação que apura a maior roubalheira encetada contra o erário brasileiro em todos os tempos. Já se sabe que Lula conseguia grandes obras em ditaduras mundo afora para a Odebrecht com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e recebia uma grana preta por isso. Há indícios também de que Lula comandou a rapinagem que quase destruiu a Petrobras.

O fato é que Lula se tornou o político mais amado e odiado do país. Amado por petistas, bolivarianistas e comunistas em geral, Lula é odiado pelos patriotas, aqueles que lutam para que o Brasil não se torne uma Venezuela. Os venezuelanos estão comento o lixo da cúpula da ditadura de Hugo Chávez Maduro; muitos estão pedindo esmola em Boa Vista, capital do estado de Roraima.

Estima-se que de 1 de janeiro de 2003 a 31 de agosto deste ano, o PT, sempre sob o comando de Lula, tenha promovido um prejuízo de R$ 3 trilhões, além de deixar a infraestrutura básica do país, a Educação, a Saúde e a Segurança, incluindo as Forças Armadas, entregues às traças. A recuperação disso só será possível com trabalho contínuo durante pelo menos duas décadas, e investimento de 3 trilhões, mas de dólares.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Ilhas da Corrente, a ilha da fantasia, Lula Rousseff, a marionete amestrada Dilma da Silva e Sérgio Moro

Ernest Hemingway e um de seus inúmeros gatos: não dá para viver burocraticamente

BRASÍLIA, 22 DE SETEMBRO DE 2016 – Li AS ILHAS DA CORRENTE (Islands in the Stream), de Ernest Hemingway, no fim dos anos 1970, em Belém do Pará, onde então vivia. Eu tinha vinte e poucos anos. Na época, tudo o que dissesse respeito a Hemingway me interessava, porque, como ele, eu bebia muito, gostava de boxe e desafiava a morte, além de trabalhar como jornalista e me esforçar em me tornar escritor. Há alguns dias, terminei de ler, novamente, AS ILHAS DA CORRENTE. Tenho, hoje, 62 anos.

Hemingway escreveu os originais deste livro entre 1950 e 1951, após a publicação de Na Outra Margem, Entre as Árvores (Across the River and Into the Trees); gosto mais do título Do Outro Lado do Rio, Entre as Árvores. Esse foi, provavelmente, o romance mais fraco do grande escritor americano. AS ILHAS, encontrado pela quarta esposa de Papa, Mary Hemingway, e publicado, postumamente, em 1970, uma década depois da morte do Nobel, deveria ser uma resposta aos detratores do Velhão, como gosto de chamá-lo. Os originais foram severamente cortados pelo editor, mas mesmo assim é um livro adiposo, que Hemingway teria enxugado ao osso. Entretanto, mais ou menos na mesma época, ele escreveu algo magnífico, O Velho e o Mar, prova cabal de que Hemingway, embora já meio morto, permanecia em pé no ringue dos escritores geniais.

Em AS ILHAS, o Caribe, o mar, Paris, mulheres maravilhosas, peixes, e tudo que aflora no mundo ficcional de Hemingway, vêm à tona, com o frescor da juventude. Nesse livro, também, há a sequência da mais extraordinária briga de rua de toda a literatura que eu conheço. E há diálogos inacabáveis, que, certamente, Hemingway teria enxugado, se tivesse realmente terminado o livro, perpassado, todo ele, pelo drama pessoal de Papa: a perda de tudo o que amou e o enfrentamento da morte, que pode estar bebendo no mesmo bar onde nos encontramos.

Nos livros de Hemingway sentimos o cheiro das coisas, de um extremo ao outro, do odor da morte ao frescor da vida, da podridão de hienas devorando um gnu vivo ao perfume das virgens ruivas. Porque Hemingway valorizava a vida, já que passou-a enfrentando a morte, até que não pôde mais escapar dessa dama (será uma dama?) tão aterrorizante. O Velhão, que procurou a morte em três guerras, duas delas mundiais, em safáris africanos, na doutrina das touradas e no mar, se matou em 1961, aos 61 anos.

Já faz bastante tempo que deixei Belém e vim para Brasília. Belém, como Macapá, é uma cidade caribenha, pela proximidade do Atlântico tropical, peixes, merengue, negras em vestido de seda, mulheres de olhos verdes, cafuzas, ecos de Gabriel García Márquez, o mar. Brasília é a ilha da fantasia. Aqui, o perigo não é o nazismo, mas o bolivarianismo, um nome que os incansáveis salteadores comunistas deram para o saque em escala que promoveram na América do Sul, à moda de Fidel Castro.

No Brasil, o perigosíssimo capo di tutti i capi dessa máfia é Lula Rousseff, aborto de ditador, finalmente pego por um jovem herói nacional, o juiz de primeira instância Sérgio Moro. Brasília é uma cidade que nasceu a fórceps, no Planalto Central, numa região de clima desértico, infestada de escorpião, especialmente os parlamentares, vindos de todas as regiões do continente brasileiro.

Estima-se, nas estranhas esquinas de Brasília, que Lula Rousseff desviou cerca de R$ 3 trilhões da burra, ajudado pela sua marionete amestrada, Dilma da Silva, que acabou de levar uma porrada na bunda; foi impichada. Tudo isso já começou a ser passado a limpo. AS ILHAS DA CORRENTE se desenrola no Caribe, e a ilha da fantasia fica no alto de um planalto, onde Juscelino Kubitscheck se refugiou para poder governar. Mas Joaquim Domingos Roriz, coronel de barranco goiano, corrompeu a cidade, de modo que Lula Rousseff já a pegou corrompida, o que foi, para ele, mais fácil para tentar corromper o país todo. Mas Lula foi abatido por duas pessoas, de caráter diametralmente oposto: Dilma Rousseff, que, de tão incompetente implodiu o PT, quadrilha de Lula, e o próprio Lula; e Sérgio Moro, que enjaulará o cachaceiro ladrão, mas ainda perigosíssimo.